O que ta rolando em fotografia

quarta-feira, 19 de agosto de 2009

Conversao Color para PB

A conversão digital de uma imagem preto e branco é menos complicado do que parece. A princípio muita gente pergunta por que fotografar em colorido se a câmera possui a opção de Preto e branco, a resposta obvia seria Se você compra uma câmera digital colorida, por que fotografar em PB?
Essa na minha opinião não seria a melhor alternativa, por que ha. sim um valor artístico em utilizar uma foto PB. Uma imagem convertida PB na câmera e uma imagem colorida ocupam praticamente o mesmo especo no seu cartão de memória.
A melhor forma de explicar o por que de fotografar em Colorido e depois converter para PB é que se você quiser filtrar a imagem você pode, se você fizer na câmera vai precisar de acessórios para filtrar.
Por exemplo você quer que uma pessoa vestindo uma roupa vermelha fique branca no preto e branco, você vai precisar colocar um filtro vermelho na objetiva, ou fotografar colorido e remover o vermelho no pos processamento, uma foto convertida na câmera e igual a uma única foto, já uma foto colorida é igual a três fotos preto e branco, pois cada canal carrega informação diferente da outra.

quinta-feira, 13 de agosto de 2009

De SLR para compacta

Assim como os amadores de fotografia estão migrando para câmeras grandes e imponentes (SLR) está acontecendo também um movimento inverso, temos profissionais migrando para as compactas. Não é novidade que isso acontece, na década de 60 a Olympus, grande jogadora de produtos fotográficos lançou uma estilosa e compacta Olympus Pen, com praticamente todos os ajustes de uma câmera SLR porém compacta de tamanho e compacta de filme (pois utilizava metade de um fotograma), claro que na época câmeras pequenas não eram novidade, pois até a Leica rangefinder era pequena, mas a qualidade e a possibilidade de trocar de objetiva era um grande passo na fotografia semi profissional.


Hoje em dia a Olympus continua com o mesmo propósito, com o consórcio do Four Thirds (sensor digital metade de um fotograma) a Olympus e a Panasonic estão apostando neste mercado: câmeras compactas que podem trocar de objetiva e dão uma qualidade excepcional de imagem, sem perder o estilo.




Lumix GF1


http://www.techgadgets.in/digital-cameras/2009/10/panasonic-lumix-gf1-camera-spotted-in-the-wild/




Olympus Pen digital


http://www.dpreview.com/reviews/olympusep1/

Infravermelho

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Fotografia Infravermelho


A fotografia Infravermelho inicialmente utilizada para estudos científicos incita muito a imaginação dos fotógrafos e sonhadores, na realidade no campo da fotografia, a forma mais comum é o próximo ao infravermelho, algo em torno de 750 nanômetros de onda de radiação. Uma das aplicações científicas do infravermelho era para verificar a saúde das árvores, pois todos os seres vivos transmitem algum nível de infravermelho, mas as árvores mortas em uma floresta apareciam negras na foto, o que facilitava a catalogação e estudo de ambientalistas.


Câmeras fotográficas digitais não são nada mais nada menos que uma caixa de sensores foto sensíveis, processadores e lentes, isso significa que até um certo nível toda câmera é capaz de registrar a radiação infravermelha. Porém como a radiação infravermelha é uma radiação além do espectro visível, os fabricantes resolveram filtrar esta radiação para evitar que ela degenerasse a imagem captada, o resultado seria uma imagem com menos fidelidade de cor e contraste e levemente desfocado.


A fotografia infravermelho se tornou uma linguagem artística por trazer resultados surreais e bizarros, aliados com o fator surpresa em cada foto fizeram com que várias pessoas decidissem " hackear" suas câmeras fotográficas removendo este filtro anti infravermelho (também chamado de low pass filter) e substituindo por um vidro transparente. O resultado é uma sensibilidade muito maior à luz porém uma imagem degradada de cores que registram além da cor a temperatura.



Para mais informações sobre o assunto visite o site do Romulo Lubachesky: http://www.rbfotografia.com.br/artigo_IR1_1.htm

quarta-feira, 12 de agosto de 2009

Baterias baterias

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Bom hoje uma amiga me ligou perguntando marcas boas de baterias para comprar para flash, estou falando dessas pilhas AA que todo mundo conhece e usa em todo lugar. Me ocorreu que o que é bem comum para mim às vezes é uma dúvida para os outros. Por experiência, eu evito hoje comprar de marcas como Ecomania, Siberian, Sony e Panasonic. Já tive excelentes experiências com as marcas GP (Gold Peak) e Maxwell, e aconselharia hoje comprar as novas baterias da GP modelo Recyko ou as baterias da Sanyo modelo Eneloop: por que? bom existe essa nova tecnologia always ready que inventaram com menos fluido e menos perda de energia em stand-by, ou seja essas baterias recarregáveis normais você precisa carregar logo antes de usar, pois se você não usar em dois ou três dias ele chega a perder metade da carga sozinho. Essas novas baterias são desenhadas para manter até 80% da carga em um ano sem uso, ou seja você carrega uma vez e usa quando quiser que vai estar carregada, isso significa baterias mais confiáveis e de maior duração. Eu encomendei uma carga dessas baterias pelo correio e quando vir e puder testar eu posto os resultados.


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E sem esquever o recarregador que eu prefiro é o fantástico BCG34HRMF4


Carregador LCD Sony: compacto e leve, carrega pilhas AA e AAA. LCD indicador de carga retroiluminado: carga/refrescamento.


Ele mede a carga da sua bateria e so recarga o necessário, além de dizer se a sua bateria já está na hora de ser substituída.

segunda-feira, 20 de julho de 2009

Sensor cleaning

Como todos sabem, cameras digitais tem um problema de sujeira sensor, volta e meia quando voce resolve utilizar uma abertura mais fechada, voce nota alguns pontos no sensor isso e sujeira- agora como limar isso?
Rainer Hönle, um cientista alemao descobriu que um liquido utilizado para limpar discos de vinil poderia ser utilizado para limpar sensores de camera fotografica, o meterial nao e totalmente liquido, eh uma especie de gelatina que se condensa em aproximadamente 1 hora, voce coloca umas gotas em cima do filtro do sensor, espalha levemente com um pincel macio e espera uma hora para condensar, nesse tempo voce pode limpar parte exterior da camra ou ate a parte interna, depois desse tempo, voce puxa a gelatina que ficou em cima do sensor e pronto.
Comprei um vidro desse produto que diz durar ate 100 limpezas, oque e excelente, espero que daqui ha um ano ou mais esse produto esteje ainda mais acessivel. Enviei umas perguntas e o inventor do produto me respondeu hoje mesmo.
Thanks for your questions,

> If I use a small piece of plastic bag (since it will be lint free and
> not rip) instead of paper for handle, will the product dissolve the
> pastic or adhere to it?

It will not work, because the film makes no connetion to plastic.

> Should I leave the shutter open for the duration of the drying
> process (1 hour)?

This is the best option.

> Will my nikon camera hold that long opened even with full power
> battery?

Your camera can hold the shutter open for 6 hours or even much more.

> If it closes for some reason will the liquid get stuck in the
> shutter?

As long as the camera lies flat on the table there's no risk.

Regards,
Rainer Hönle

Em resumo perguntei se eu poderia utilizar um pedaco de plastico para servir como alca para puxar a meleca depois de condensada e ele me falou que plastico nao adere ao material entao seria melhor papel.
E sobre quanto tempo a opcao de abrir o obturador funcionaria, e ele disse que e tranquilo ate 6 horas, o produto seca em ate no maximo 1 hora entao nao tem problema mas mesmo se o obeturador fechar, caso a camera esteja a posicao horizontal tambem nao tem problema.

quinta-feira, 16 de julho de 2009

Qualidade de luz


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Se você quiser ser um bom fotógrafo, primeiro você deve aprender a dominar a luz, isso eu aprendi lendo um livro de cinema do John Alton, e então pensei como é que ainda não existe nenhum hazy eficiente para flash de casamento? Para dar aquela linda luz suave com glamour e pele bonita na noiva e sumir de vez com aquela sombra horrorosa.


Resposta hazy é trambolho, ocupa espaço na mala, consome bateria e assusta os convidados. Isso mesmo assusta, já me perguntaram se essa coisa não cega as pessoas, engraçado para nós, fotógrafos, o hazy diminui a potência do flash, mas para os leigos que olham para a gambiarra, parece que saiu de algum livro de ficção científica.


E solta lasers.


Então fui à loja de fotografia, aquela que vende martelos, pregos e espátulas, comprei um vaso plástico, já que eu tinha algumas ferramentas em casa e um pedaço de tecido laminado (que por sinal não sei de onde apareceu) e resolvi criar um hazy. Da primeira vez eu fiz um buraco no fundo do vaso do tamanho do flash, cortei um pedaço de plástico branco (daqueles de supermercado) para a tampa e um pedaço menor para por dentro, fiz uns furos na parede do vaso para amarrar o difusor interno e colei o tecido laminado internamente ao vaso para fazer com que a luz seja projetada para fora ao invés de ser consumida pelo vaso.


Como o Hazy não ficava preso na cabeça do flash, colei um pedaço de cadarço do lado de fora que eu utilizo para pressionar contra as costas do flash, assim ele fica preso no lugar. O resultado você pode conferir em alguns posts anteriores

quarta-feira, 15 de julho de 2009

Como escanear seus negativos?

scannerdiy.jpgEsses tempos atrás comecei a brincar com uma câmera que comprei na feira de antigüidades: uma Yashica Mat 6x6 médio formato, ela é realmente uma delícia de trabalhar, mas depois alguns rolos de filme cheguei a um problema: como digitalizar isso?


Como não tenho scanner em casa eu decidi criar uma copiadora. O principio do scanner é basicamente sensores, e uma luz por trás, então com a minha câmera fotográfica, uma boa objetiva e uma caixa de luz seria possível ´escanear´ o filme, e basicamente foi isso que fiz.


Com o tripé montado com uma câmera foi possível fixar a câmera apontada para baixo, e alinhei ela com um nível, coloquei uma Sigma 105mm Macro e aí vem a surpresa: como eu recebi uma encomenda logo de manhã da Kalunga, eu decidi reutilizar a caixa como um difusor e luz, fechei e forrei a parte interna com uma cartolina branca, assim a luz se distribui uniformemente, e abri um buraco na lateral e outro no topo sendo que a luz do flash entra a 90 graus em relação ao filme. No buraco do topo eu montei com papel cartão um suporte para filme de forma que eu não precise cortar o filme em tiras e fique o máximo esticado, pois ondulações no filme pode causar desfoque na imagem final.


A gambiarra


JRR200907150002.jpg


O resultado


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